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26 de out de 2009

Dez formas de destruir seu PC


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Há quem divida as pessoas em dois grupos: os que conseguem "estourar" o computador e os que não, mas, na verdade, todo mundo consegue causar uma avaria em maior ou menor grau. Este aqui não é um guia sobre como destruir seu equipamento -se bem que às vezes é só o que nos ocorre- senão mostrar uma série de situações que é melhor evitar.
  1. Isto pode ser resolvido a bordoadas!
    Ainda que pareça mentira, a lista de componentes eletrônicos que são capazes de se auto arranjar depois de receber uma contundente pancada é bastante escassa. Por exemplo, vamos considerar que está no meio de uma sessão de CS e te acertam. Por mais forte que golpeie o mouse contra a mesa e, salvo em casos excepcionais não documentados, não conseguirá viajar ao passado e evitar que suceda. Lembre bem, o computador é seu amigo. Ele nunca gostaria de vê-lo pelas costas. Entendeu?
  2. Perigo? Comigo?
    Em informática, muitas são as vezes nas quais devemos ter cuidado com o que fazemos. O problema é que vez em quando aparecem algumas janelas em Inglês te perguntando o que fazer. Com o seu belo "embromation" você sai clicando em tudo quanto "Yes"que vê pela frente. Aí é que mora o perigo. Não sabe do que se trata? Desligue o PC e chame um técnico.
  3. PC = PoCilga
    Um computador requer um mínimo de limpeza. Não é necessário ver tua cara refletido nele, mas é bastante recomendável que o número de seres vivos que cresçam em sua superfície sejam mínimos. O pó, além de antiestético, obstrui ventiladores e provoca um sobre-aquecimento dos componentes. Ademais, aqueles que costumam utilizar seu teclado como babador, deverão ter em conta que a quantidade de lixo e migalhas de pão e biscoito que podem suportar é limitada. Ah, e cuidado para não virar a latinha de cerveja sobre ele... Será um claro exemplo de como passar de periférico a algo dispensável em dois segundos.
  4. Apagando... passo o dia deletando...
    Este ponto está estreitamente relacionado com o que vimos no item 2. Ainda hoje, quando os instaladores e desinstaladores são bem mais amigáveis que os de outrora, há autênticos amantes do descalabro de apagar os programas a força. Vão na pasta do Arquivos de Programas e dá-lhe "Delete". Deste modo, ninguém notifica ao pobre Windows que não deve continuar buscando determinados arquivos, e muitas das vezes produzem os erros de inicialização, que podem ser muito difíceis de resolver. Um caso a parte é o "limpador vocacional", que é como se denomina a pessoa que apaga arquivos compartilhados ou DLLs do Windows porque "ocupam muito espaço", por exemplo.
  5. Marinheiro de águas turbulentas
    Se navegas sem rumo pela Internet, pode encontrar águas perigosas ou inclusive temíveis piratas podem tratar de abordar o seu computador. Muitos dos problemas com vírus, publicidade não desejada e ademais, têm como origem as visitas a páginas pouco confiáveis, e mais ainda se você usa um navegador tão "permissivo" para este tipo de páginas como o Internet Explorer. Prefira Firefox. Sim, em geral as páginas pouco confiáveis são aquelas dezenas de conteúdo adulto guardadas em seus favoritos, exclusive o Gatas MDig, é lógico.
  6. Acredito nos amigos
    Na amizade, a confiança é muito importante. Mas há que ter cuidado com aqueles que consideramos nossos amigos, e não porque tenham malvadas intenções ocultas contra nós, senão porque ainda que cuidemos de nosso computador e o protegemos de ameaças, nossos contatos podem ser menos cuidadosos. A última moda dos vírus e trojans não é se reenviar por e-mail, que é um método bastante suspeito, senão por programas de mensagem instantânea. "Ei, veja as fotos que e tirei na praia pelada" E o bobão clica rapidinho e se "entope" de vírus e pragas.
  7. Restaurar o sistema mais cedo
    Reza a lenda que, ao menos uma vez, a Restauração do Sistema conseguiu acabar com os problemas de um Windows sem causar dano, mas é um fato sem comprovação. A idéia não nada boa e não deve ser usada às pressas já que pode deixar o sistema bastante instável. Mais vale prevenir que remediar, e se podemos prescindir da restauração, melhor.
  8. Antivírus vs antivírus: Só pode ficar um
    Às vezes a culpa não é nossa. Não de toda, ao menos. Um exemplo de computador que destrói a si mesmo é o do típico software apático, isto é, que se dá mau com outro. Que melhor exemplo que os antivírus? Salvo contadas exceções que se poderiam contar com os dedos de uma mão, instalar vários antivírus, suítes de segurança ou programas similares, provoca um ódio "inter-programil" que ou acaba com nosso rendimento ou com nossa paciência. Seguramente com ambos.
  9. O inimigo vive ao lado
    De nada serve que levemos em conta todas estas recomendações e depois deixamos qualquer pessoa utilizar nosso equipamento. Sem supervisão! A lista de carrascos informáticos mais comuns é encabeçada por irmãos menores, ainda que também a compõem amigos, vizinhos, filhos, pais abelhudos...
  10. Morte natural
    O Windows nasce, cresce, reproduz-se e também morre. É o ciclo da vida, e pouco há por fazer. Quando muito, seguindo todas as indicações anteriores, podemos alongar sua vida, ou a fazer mais duradoura para todos. Mas em algum dia, cedo ou tarde, começará a ficar lento, dará um erro ao desligar o PC ou se bloqueará aleatoriamente ao reproduzir um vídeo. Os sintomas são muito variados, mas o final será o mesmo. Ao menos, se o nosso PC morrer por causas naturais, podemos dar-nos por satisfeitos, já que teremos triunfado. Ademais, não há mal que para sempre dure, já que se sabe de ante-mão que não há nada como um Windows recém instalado...

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